Índice de Inadimplência do varejo Meu Crediário

Esse levantamento revela o índice de inadimplência do crediário no varejo brasileiro:
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Média de inadimplência do último ano

Nos últimos 12 meses, a inadimplência oscilou cerca de 3 pontos percentuais, entre a mínima de 6,74% (fev/25) e o pico de 9,70% (jun/25). Janeiro de 2026 fechou em 8,46%, confirmando uma leve recuperação frente aos meses anteriores (dezembro com 8,58% e novembro com 8,74%). Apesar da melhora recente, o índice atual permanece acima do início do ciclo passado, superando o resultado de 6,89% registrado no mês de janeiro de 2025.

Inadimplência por região do Brasil

O cenário regional apresenta uma disparidade acentuada de mais de 3 pontos percentuais entre os extremos. O Sudeste se isola como o ponto mais crítico, registrando 10,32% e sendo a única região a romper a barreira dos dois dígitos. Na outra ponta, o Sul segue com o melhor desempenho do país (6,89%). Já as regiões Nordeste (8,95%), Norte (8,81%) e Centro-Oeste (8,06%) operam em um bloco intermediário, com taxas tecnicamente próximas entre si.

Gráfico de inadimplência de Janeiro nos últimos 3 anos

O recorte de janeiro mostra que o ano de 2026 iniciou com um movimento de correção. Após a mínima histórica registrada em 2025 (6,89%), a inadimplência voltou a subir, fechando agora em 8,46%. Apesar desse aumento no curto prazo, o cenário atual ainda é consideravelmente melhor do que o de dois anos atrás, mantendo-se abaixo da taxa crítica de 9,97% observada em janeiro de 2024.

Média da inadimplência do trimestre nos últimos anos

A média do último trimestre fechou em 8,59%, situando-se em um patamar intermediário entre os ciclos anteriores. Embora o índice tenha subido em relação ao recorde positivo de 2024/2025 (7,29%), ele ainda se mantém abaixo do nível crítico de 2023/2024 (9,69%). Vale destacar a tendência de queda intra-trimestral: o período iniciou com 8,74% em novembro e recuou consecutivamente até alcançar 8,46% em janeiro, sinalizando uma recuperação gradual no curto prazo.

Inadimplência por segmentos de varejo

A análise por categoria de produto confirma a tendência de maior risco em itens de uso pessoal e menor em bens duráveis. O segmento de Roupas e Calçados continua registrando a taxa mais alta da carteira (9,53%). O setor de Móveis e Eletro demonstra a maior solidez, com inadimplência de apenas 6,84%. Já o varejo de Óticas se posiciona no meio do caminho (8,39%), operando próximo à média geral do mercado.

Inadimplência por gênero

O público masculino continua apresentando maior risco de crédito, com uma taxa de 10,18%. Já o público feminino confirma um comportamento financeiro mais disciplinado, registrando 7,91%. A diferença de 2,27 pontos percentuais entre os dois gêneros reforça a necessidade de estratégias distintas para cada perfil.

Inadimplência por idade

A correlação inversa entre idade e risco permanece sólida. A faixa de 18 a 25 anos segue como o ponto mais crítico da carteira, com taxa de 15,52%. O grupo de jovens adultos (26 a 35 anos) também opera em nível elevado (11,56%). A estabilização ocorre novamente na faixa de 36 a 50 anos (8,37%), enquanto o público sênior confirma ser o perfil mais seguro: clientes entre 51 e 65 anos registram 5,71%, e aqueles com mais de 66 anos atingem a mínima de 5,48%.

Média de inadimplência do último ano

A inadimplência no último ano apresentou fortes oscilações, partindo de seu ponto mais baixo em fevereiro de 2025 (6,74%) até atingir o pico crítico de 9,70% em junho. Após esse teto, o índice registrou quedas consecutivas até outubro (7,99%), mas voltou a ser pressionado nos meses seguintes. O mês de fevereiro de 2026 encerrou em 8,48%, mostrando uma alta pouco significativa frente a janeiro (8,46%) e consolidando um patamar bem superior ao registrado no mesmo período do ano passado (6,74%).

Inadimplência por região do Brasil

O cenário regional de fevereiro de 2026 mantém uma clara disparidade de 3,19 pontos percentuais entre os extremos. O Sudeste continua isolado como o maior ofensor da carteira, sendo a única região a registrar taxa de dois dígitos (10,21%). No extremo oposto, o Sul sustenta o melhor desempenho do país com 7,02%. O bloco intermediário é liderado pelo Norte (9,01%), seguido por Nordeste (8,78%) e Centro-Oeste (8,19%).

Gráfico de inadimplência de Fevereiro nos últimos 3 anos

O comparativo histórico revela uma forte volatilidade para o mês. Após registrar o patamar crítico de 9,74% em 2024, o indicador apresentou uma queda brusca e atingiu sua mínima no ano seguinte, em 2025 (6,74%). Em 2026, contudo, observamos uma correção de rota, com o índice repicando para 8,48% (alta de 1,74 p.p. no ano). Apesar dessa elevação recente, o cenário atual ainda se mantém mais saudável do que o observado há dois anos.

Média da inadimplência do trimestre nos últimos anos

O trimestre encerrado em fevereiro registrou uma média consolidada de 8,51%, estabelecendo um patamar intermediário na série histórica. Esse resultado representa um aumento de 1,39 p.p. em relação ao excelente desempenho de 2024/2025 (7,12%). No entanto, o cenário atual ainda é consideravelmente mais seguro do que o de 2023/2024, quando a média alcançou 9,90%. Destaca-se também a forte estabilidade intra-trimestral neste ano, com os índices oscilando levemente entre 8,46% e 8,58%.

Inadimplência por segmentos de varejo

Em fevereiro, o segmento de Óticas assumiu a liderança da inadimplência, registrando a taxa mais alta da carteira (9,48%). Logo atrás, Roupas e Calçados mantém-se em um patamar de alerta com 9,20%. Em contrapartida, o setor de Móveis e Eletro continua sendo a categoria de maior estabilidade do varejo, sustentando o índice mais saudável e seguro entre as opções analisadas (7,37%).

Inadimplência por gênero

Em relação ao gênero, o maior risco de crédito da carteira continua sendo o do público masculino, com 10,37%. Em contrapartida, o público feminino apresenta um controle financeiro significativamente maior, mantendo o índice em 7,89%. Essa diferença considerável de 2,48 pontos percentuais reforça a tendência histórica de maior estabilidade entre as mulheres.

Inadimplência por idade

O grupo mais jovem (18 a 25 anos) desponta como o maior risco de inadimplência, com taxa crítica de 14,99%, seguido pela faixa de 26 a 35 anos (11,48%). A estabilização do indicador ocorre no público intermediário de 36 a 50 anos (8,48%), que se alinha à média geral do mês. Já os consumidores mais velhos consolidam-se como o perfil mais seguro: clientes de 51 a 65 anos registram 5,86%, enquanto aqueles com mais de 66 anos atingem a mínima da carteira, com apenas 5,64%.

Média de inadimplência do último ano

A inadimplência do último ano apresentou altas sucessivas a partir de março de 2025 (8,49%) até atingir o pico crítico de 9,70% em junho. Após esse teto, o índice registrou quedas consecutivas até outubro (7,99%), mas voltou a ser pressionado nos meses seguintes. O mês de março de 2026 encerrou em 8,57%, mostrando uma tendência de leve alta que vem se consolidando desde janeiro (8,46%), mas apresentando índice semelhante ao ano passado (8,49%).

Inadimplência por região do Brasil

O cenário regional de fevereiro de 2026 mantém uma clara disparidade de 3,19 pontos percentuais entre os extremos. O Sudeste continua isolado como o maior ofensor da carteira, sendo a única região a registrar taxa de dois dígitos (10,21%). No extremo oposto, o Sul sustenta o melhor desempenho do país com 7,02%. O bloco intermediário é liderado pelo Norte (9,01%), seguido por Nordeste (8,78%) e Centro-Oeste (8,19%).

Gráfico de inadimplência de Março nos últimos 3 anos

O comparativo histórico revela relativa estabilidade para o mês. O maior índice foi registrado em 2024 (8,99%), mas sua diferença em relação a 2025 (8,49%) e 2026 (8,57%) demonstra pouca volatilidade no período. Por ser uma elevação pouco relevante, o índice de inadimplência é considerado estável, apresentando um cenário mais saudável do que o observado há dois anos.

Média da inadimplência do trimestre nos últimos anos

O trimestre encerrado em março registrou uma média consolidada de 8,50%, estabelecendo um patamar intermediário na série histórica Esse resultado representa um aumento de 1,13 p.p. em relação ao excelente desempenho de 2024/2025 (7,37%). o entanto, o cenário atual ainda é consideravelmente mais seguro do que o de 2023/2024, quando a média alcançou 9,56%. Destaca-se também a forte estabilidade intra-trimestral neste ano, com os índices oscilando levemente entre 8,46% e 8,57%.

Inadimplência por segmentos de varejo

Em março, o segmento de Roupas e Calçados assumiu a liderança da inadimplência, registrando a taxa mais alta da carteira (9,43%), apresentando aumento expressivo em relação à fevereiro (9,20%). Logo atrás, Óticas apresentou queda expressiva, mas se mantém em patamar de alerta com 8,72%. Em contrapartida, o setor de Móveis e Eletro continua sendo a categoria de maior estabilidade do varejo, sustentando o índice mais saudável e seguro entre as opções analisadas (7,42%).

Inadimplência por gênero

Em relação ao gênero, o maior risco de crédito da carteira continua sendo o do público masculino, com 10,38%. Em contrapartida, o público feminino apresenta um controle financeiro significativamente maior, mantendo o índice em 8,01%. Ambas as categorias tiveram aumento desprezível em relação a fevereiro e a diferença de 2,37 p.p. reforça a tendência histórica de maior estabilidade entre as mulheres.

Inadimplência por idade

O grupo mais jovem (18 a 25 anos) desponta como o maior risco de inadimplência, com taxa crítica de 15,42%, aumento de 0,43 p.p. em relação à fevereiro. Logo após posiciona-se a faixa de 26 a 35 anos (11,51%). A estabilização do indicador ocorre no público intermediário de 36 a 50 anos (8,55%), que se alinha à média geral do mês. Já os consumidores mais velhos consolidam-se como o perfil mais seguro: clientes de 51 a 65 anos registram 5,92%, enquanto aqueles com mais de 66 anos atingem a mínima da carteira, com apenas 5,80%. Todas as categorias apresentaram crescimento.

Média de inadimplência do último ano

A inadimplência do último ano apresentou altas sucessivas a partir de abril de 2025 (8,27%) até atingir o pico crítico de 9,70% em junho. Após esse teto, o índice registrou quedas consecutivas até outubro (7,99%), mas voltou a ser pressionado nos meses seguintes. O mês de abril de 2026 encerrou em 8,94%, mostrando uma tendência de leve alta que vem se consolidando desde janeiro (8,46%), acumulando alta de 0,48% desde o início do ano.

Inadimplência por região do Brasil

O cenário regional de abril de 2026 mantém uma clara disparidade de 2,68 pontos percentuais entre os extremos, mas essa diferença vem diminuindo. O Sudeste continua isolado como o maior ofensor da carteira, sendo a única região a registrar taxa de dois dígitos (10,34%). No extremo oposto, o Sul sustenta o melhor desempenho do país com 7,66%, porém apresentou aumento considerável em relação a março (7,29%). A região Nordeste teve salto expressivo e agora lidera o bloco intermediário (9,79%), seguida pelo Norte (9,69%) e pelo Centro-Oeste (8,02%), única região que apresentou queda.

Gráfico de inadimplência de Abril últimos 3 anos

O comparativo histórico revela taxas flutuantes no mês. O maior índice foi registrado em 2024 (10,84%), seguido por 2026 (8,94%) e 2025 (8,27%). A elevação no período é considerável, superando 0,6%. Esse aumento requer atenção, apesar de estar em um limite saudável e bem abaixo do registrado em 2024.

Média da inadimplência do trimestre nos últimos anos

O trimestre encerrado em abril registrou uma média consolidada de 8,66%, estabelecendo um patamar intermediário na série histórica. Esse resultado representa um aumento de 0,83 p.p. em relação ao excelente desempenho de 2024/2025 (7,83%). No entanto, o cenário atual ainda é consideravelmente mais seguro do que o de 2023/2024, quando a média alcançou 9,85%. O trimestre tem indicado a tendência de alta, com índices oscilando entre 8,48% e 8,94%.

Inadimplência por segmentos de varejo

Em abril, o segmento de Roupas e Calçados manteve a liderança da inadimplência, registrando a taxa mais alta da carteira (9,62%), apresentando aumento acumulado de 0,43 p.p. desde fevereiro. Logo atrás, Óticas teve alta expressiva e se mantém em patamar de alerta com 9,14% – alta de 0,42 p.p. O setor de Móveis e Eletro foi o que apresentou maior aumento, entrando em patamar de alerta com 8,04% de inadimplência; uma alta de 0,62 p.p. que encerrou uma série histórica de estabilidade.

Inadimplência por gênero

Em relação ao gênero, o maior risco de crédito da carteira continua sendo o do público masculino, com 10,81%. Em contrapartida, o público feminino apresenta um controle financeiro significativamente maior, mantendo o índice em 8,35%. Ambas as categorias tiveram aumento razoável em relação a março, mas a diferença de 2,46 p.p. reforça a tendência histórica de maior estabilidade entre as mulheres.

Inadimplência por idade

O grupo mais jovem (18 a 25 anos) desponta como o maior risco de inadimplência, com taxa crítica de 15,93%, aumento de 0,51 p.p. em relação a março que consolida tendência de alta desde o começo do ano. Logo após posiciona-se a faixa de 26 a 35 anos (11,81%). A estabilização do indicador ocorre no público intermediário de 36 a 50 anos (8,76%), que se alinha à média geral do mês. Já os consumidores mais velhos consolidam-se como o perfil mais seguro: clientes de 51 a 65 anos registram 6,49%, enquanto aqueles com mais de 66 anos atingem a mínima da carteira, com apenas 5,83%. Apenas a última categoria apresentou queda em relação a março, mas foi inexpressiva (0,05 p.p.).




Média de inadimplência do último ano

A inadimplência no varejo desenhou uma clara curva de oscilação nos últimos 12 meses: o período começou sob forte pressão, atingindo o pico crítico de 9,70% em junho de 2025 e engatou uma sequência de quedas até alcançar o patamar mais seguro em outubro, com 7,99%. Após o repique de novembro (8,74%) e uma fase de estabilidade no primeiro trimestre de 2026 — mantendo-se na casa dos 8,5% até março —, o índice voltou a acender o sinal de alerta no mercado ao fechar o ciclo atual em 9,18%.

Inadimplência por região do Brasil

A inadimplência revela disparidades acentuadas entre as regiões do país. O Sudeste lidera o ranking com o índice mais crítico, atingindo 11,35%, seguido pelo Norte, com 9,61%, e pelo Nordeste, que registra 8,96%. Em um patamar intermediário aparece o Centro-Oeste, com uma taxa de 8,31%, enquanto a região Sul se consolida como o mercado mais seguro e estável para a concessão de crédito, apresentando o menor índice de inadimplência,

Gráfico de inadimplência de Maio últimos 3 anos

Ao analisarmos o comportamento histórico do mês de maio nos últimos três anos, observa-se uma trajetória de oscilação no índice de inadimplência: em 2024, a taxa era de 9%, saltando para o patamar mais elevado do triênio em 2025, ao registrar 9,61%. Em maio de 2026, apresentou um leve recuo para

Média da inadimplência do trimestre nos últimos anos

A análise do trimestre (março, abril e maio) nos últimos três anos revela uma oscilação importante na inadimplência do varejo: a média, que era de 9,61% em 2024, caiu para 8,79% em 2025, mas voltou a subir para 8,90% em 2026. Ao contrário dos períodos anteriores, o ano atual apresenta uma aceleração constante e consecutiva mês a mês, saltando de 8,57% em março para 8,94% em abril e fechando em alta de 9,18% em maio, o que confirma uma tendência clara de aumento no risco de crédito.

Inadimplência por segmentos de varejo

Em maio, o segmento de Roupas e calçados lidera o ranking com 10,40%, seguido de perto por Óticas, que registra a taxa de 9,83%. Em contrapartida, o ramo de Móveis e Eletro apresenta o cenário mais estável e controlado entre os três analisados, fechando com um índice de 7,46%.

Inadimplência por gênero

No recorte por gênero, os dados do público masculino apresenta o índice mais elevado, atingindo 11,09%, um patamar significativamente superior ao registrado pelo público feminino, que fecha com 8,57%. Esses números evidenciam que as mulheres mantêm um perfil de crédito mais estável e controlado no varejo.

Inadimplência por idade

Os jovens de 18 a 25 anos lideram o ranking com um índice crítico de 17,13%, seguidos pela faixa de 26 a 35 anos, que registra 12,57%. Conforme a idade avança, o comportamento de pagamento melhora significativamente: o grupo de 36 a 50 anos apresenta 8,99%, a faixa de 51 a 65 anos recua para 6,30%, e os consumidores com mais de 66 anos consolidam-se como o perfil mais seguro do varejo, com a menor taxa do levantamento, registrando apenas  5,68%.

Média de inadimplência do último ano

A inadimplência em 2025 apresentou uma média anual de 8,42%. Ao longo do período, considerando o período desde dezembro de 2024, o índice teve oscilações de quase 3,0 pontos percentuais entre o menor índice (6,74% em fevereiro) e o pico registrado em junho (9,70%). O ano de 2025 encerrou com a taxa em 8,58%, o que representa uma leve melhora frente ao mês anterior (8,74%), mas ainda mantém um patamar superior ao registrado no mesmo período de 2024, que era de 7,72%.

Inadimplência por região do Brasil

A análise regional expõe uma disparidade acentuada no cenário de crédito brasileiro. Enquanto a região Sul se destaca positivamente com o menor índice do país (6,84%), o Sudeste atualmente é a região mais inadimplente do país, sendo a única a ultrapassar a barreira dos dois dígitos, registrando o índice de 10,46%. As demais regiões (Centro-Oeste, Norte e Nordeste) operam em uma faixa intermediária, entre 8,45% e 9,17%.

Gráfico de inadimplência de Dezembro nos últimos 3 anos

Ao analisarmos o fechamento de dezembro nos últimos três anos, notamos que o cenário atual, apesar da recente alta, ainda é mais saudável do que o observado em 2023. Naquele ano, a inadimplência ultrapassou a barreira dos 10% (10,02%). Em 2024, tivemos uma queda para 7,72%, e agora, em 2025, o índice foi de 8,58%, mantendo-se em um patamar intermediário.

Média da inadimplência do trimestre nos últimos anos

No último trimestre de 2025 (outubro a dezembro), a inadimplência registrou média de 8,44%, impulsionada pelo aumento observado entre outubro (7,99%) e novembro (8,74%). O resultado representa uma alta em relação ao mesmo período de 2024, quando a média foi de 7,32%. O cenário atual mostra um controle maior do risco quando comparado a 2023, ano em que o mesmo período registrou uma média de 9,30%.

Inadimplência por segmentos de varejo

O segmento de Roupas e Calçados segue com o maior índice de inadimplência em dezembro (9,56%). Este índice está significativamente acima do setor de Móveis e Eletrodomésticos (7,07%) e acima da categoria Óticas (8,52%), sugerindo que compras de menor ticket ou de impulso estão sofrendo maior impacto na capacidade de pagamento do consumidor do que bens duráveis.

Inadimplência por gênero

Ao analisarmos o perfil do inadimplente por gênero, identificamos uma diferença relevante de 2,42 pontos percentuaisentre o público masculino, que apresenta uma taxa de 10,43%, e o público feminino, que demonstra um comportamento financeiro mais disciplinado no período, com índice de 8,01%.

Inadimplência por idade

A análise por idade revela uma correlação inversa: quanto mais jovem o cliente, maior o risco de crédito. O cenário mais crítico concentra-se na faixa de 18 a 25 anos, que registra a taxa mais elevada da carteira, atingindo 15,77%. O grupo de jovens adultos (26 a 35 anos) vem em segundo lugar, com 11,88%. A estabilização do risco ocorre na faixa intermediária de 36 a 50 anos, quando o índice recua para 8,47%. O comportamento mais saudável verifica-se em clientes entre 51 e 65 anos (5,67%), e aqueles com mais de 66 anos (5,55%).

Média de inadimplência do último ano

A inadimplência apresentou variações de cerca de 3,0% entre novembro de 2024 e novembro de 2025. Os dois primeiros meses de 2025 foram os únicos que se mantiveram abaixo de 7,0%, com destaque para fevereiro, que registrou o menor índice do ano (6,74%), seguido de uma elevação gradual até junho (9,70%). A partir desse ponto, observa-se uma redução, encerrando novembro em 8,74% — um leve aumento em relação ao resultado de outubro (7,99%).

Inadimplência por região do Brasil

As regiões Nordeste (10,44%) e Sudeste (10,41%) apresentam os maiores índices do país, enquanto o Sul tem a menor taxa (6,96%), o que aponta desigualdade regional no risco de crédito. A região Norte apresentou taxa de inadimplência de 8,61%, enquanto o Centro-Oeste registra 7,95%. A inadimplência subiu em todas as regiões entre outubro e novembro, reforçando um movimento nacional de elevação no período.

Gráfico de inadimplência de Novembro nos últimos 3 anos

A inadimplência de novembro apresentou forte oscilação nos últimos três anos, caindo de 9,07% em 2023 para 7,26% em 2024, seu menor patamar do período. Em 2025, o indicador voltou a subir, atingindo 8,74%, uma recuperação parcial em relação ao pico de 2023. O movimento sugere que, apesar da melhora de 2024, o cenário de inadimplência voltou a se pressionar ao longo de 2025.

Média da inadimplência do trimestre nos últimos anos

No trimestre de setembro a novembro de 2025, a inadimplência registrou média de 8,30%, representando uma alta em relação ao mesmo período de 2024, quando o índice foi de 7,04%. Em 2023, o percentual médio no período era de 8,97%. O comportamento indica que o avanço registrado em 2024 não se sustentou, revelando retomada da pressão sobre a inadimplência ao longo de 2025.

Inadimplência por segmentos de varejo

A inadimplência varia de forma significativa entre os segmentos, com Roupas e Calçados apresentando o maior índice em novembro (9,45%), seguido de Óticas, com 8,06%, que mantém um patamar intermediário entre os setores analisados. Já Móveis e Eletrodomésticos registra a menor taxa (7,68%), indicando um comportamento de pagamento relativamente mais estável neste grupo.

Inadimplência por gênero

Em novembro, a inadimplência apresenta diferença relevante entre os gêneros, com o público masculino registrando o maior índice (10,61%), acima da média geral. Já o público feminino apresenta um patamar mais baixo (8,16%), indicando menor exposição ao risco de atraso.

Inadimplência por idade

De acordo com os dados de novembro, notamos que a inadimplência é inversamente proporcional à idade, sendo a faixa mais jovem (18-25 anos) a líder com 15,48% em dívidas. O percentual cai progressivamente, atingindo o menor patamar de 5,53% no grupo acima de 66 anos, refletindo a maior estabilidade e prudência das faixas etárias mais experientes.

Média de inadimplência do último ano

A inadimplência apresentou variações de cerca de 3,0% no período entre outubro de 2024 e outubro de 2025. O primeiro trimestre de 2025 apresentou índices mais baixos, com destaque para fevereiro (6,74%), seguido de uma elevação gradual até o pico em junho (9,70%). A partir daí, observa-se uma redução contínua, encerrando outubro com 7,99%, o que indica retorno aos níveis registrados no início de 2025.

Inadimplência por região do Brasil

A região Sudeste apresenta o maior índice, com 9,66%, seguido pelo Nordeste (8,73%) e pelo Norte (8,38%). Já o Centro-Oeste registra 7,46%, enquanto o Sul mantém o menor patamar, com 6,44%. Esses resultados indicam um cenário mais equilibrado nas regiões Sul e Centro-Oeste, enquanto o Sudeste concentra o maior volume de inadimplência nacional.

Gráfico de inadimplência de Outubro nos últimos 3 anos

Em outubro, a inadimplência apresentou leve aumento, atingindo 7,99%, após a queda para 6,99% em 2024. Embora ainda abaixo do patamar de 2023 (8,81%), o aumento sugere uma reversão parcial da melhora observada no ano passado.

Média da inadimplência do trimestre nos últimos anos

No trimestre de agosto a outubro de 2025, a inadimplência registrou média de 8,20%, representando uma alta em relação ao mesmo período de 2024, quando o índice foi de 6,98%. Em 2023, o percentual médio no período era de 9,19%, refletindo um cenário mais crítico e reforçando que, apesar da elevação recente, os níveis atuais ainda permanecem abaixo dos patamares de dois anos atrás.

Inadimplência por segmentos de varejo

Entre os principais segmentos do varejo, Roupas e Calçados apresentam o maior índice de inadimplência, com 9,03%, seguidos por Óticas (7,36%). O segmento de Móveis e Eletrodomésticos mantém o menor patamar, com 6,43%. Os dados sugerem que setores com maior rotatividade de consumo e ticket médio mais baixo tendem a concentrar índices mais altos de atraso nos pagamentos.

Inadimplência por gênero

Em outubro de 2025, o público masculino apresenta o maior percentual de inadimplência, com 9,91%, enquanto o feminino registra 7,39%. Essa diferença vem se mantendo nos últimos meses e pode refletir maior controle financeiro ou comprometimento com o pagamento entre as mulheres.

Inadimplência por idade

Os consumidores mais jovens (18 a 25 anos) concentram os maiores índices: 14,56% e 11,03% entre 26 e 35 anos. Entre 36 e 50 anos, o índice já cai para 7,77%, enquanto nas faixas entre 50 e 65 anos se mantém em 5,1%. Os consumidores mais adimplentes são aqueles com mais de 66 anos (4,91%), o que indica que a maturidade financeira influencia a capacidade de pagamento.

Média de inadimplência do último ano

Entre setembro de 2024 e setembro de 2025, a inadimplência oscilou bastante. Depois de atingir 6,86% em setembro de 2024, o índice se manteve abaixo de 8% até fevereiro de 2025. A partir de março, iniciou uma nova escalada, com pico de 9,70% em junho. Nos meses seguintes houve recuo gradual, fechando setembro em 8,16%. Esse comportamento mostra um ciclo de alta iniciado no começo de 2025 e uma tendência de estabilização no terceiro trimestre.

Inadimplência por região do Brasil

O Sudeste segue como a região com maior índice, alcançando 9,92% em setembro de 2025. Em seguida aparecem o Norte, com 8,82%, e o Nordeste, com 8,62%. Já o Centro-Oeste (7,68%) e o Sul (6,63%) registraram patamares mais baixos, confirmando maior controle do crédito nessas localidades.

Gráfico de inadimplência de Setembro nos últimos 3 anos

Em setembro de 2023, o índice foi de 9,03%, caindo para 6,86% em 2024. Já em 2025, voltou a subir para 8,16%, indicando um cenário intermediário entre os extremos dos anos anteriores.

Média da inadimplência do trimestre nos últimos anos

O trimestre julho a setembro fechou com média de 8,69% em 2025, abaixo dos 9,49% de 2023, mas acima dos 7,49% de 2024. Isso mostra que, embora exista uma queda recente em relação ao pico do semestre, o índice ainda está acima do melhor desempenho do histórico recente.

Inadimplência por segmentos de varejo

O setor de roupas e calçados liderou com 9,45%, enquanto móveis e eletro registraram 6,38% e óticas 7,16%. Isso mostra que categorias ligadas ao consumo imediato apresentam maior risco de atraso, enquanto setores de maior planejamento financeiro, como eletrodomésticos, têm índices menores.

Inadimplência por gênero

Os homens registraram 9,97% de inadimplência em setembro, contra 7,57% das mulheres. A diferença de mais de dois pontos percentuais reforça o padrão observado nos meses anteriores.

Inadimplência por idade

Os mais jovens concentram o maior risco: 14,91% entre 18 e 25 anos e 11,21% entre 26 e 35 anos. A partir dos 36 anos, os índices caem de forma consistente, chegando a 4,76% entre os maiores de 66 anos. Isso reforça que a experiência financeira é fator importante para manter maior controle sobre as dívidas.

Média de inadimplência do último ano

Entre agosto de 2024 e agosto de 2025, a inadimplência oscilou bastante no varejo. Depois de atingir 7,10% em agosto de 2024, a taxa manteve estabilidade próxima de 7% até fevereiro de 2025. A partir de março, iniciou uma nova escalada, alcançando 9,70% em junho e recuando levemente em agosto de 2025 para 8,45%. O movimento mostra um ciclo de queda no fim de 2024, seguido por uma retomada de alta em 2025, reflexo do cenário econômico mais pressionado.

Inadimplência por região do Brasil

O mapa regional mostra contrastes importantes. O Sudeste foi a região com maior índice de inadimplência em agosto de 2025, chegando a 10,22%, seguido pelo Norte (9,14%) e pelo Nordeste (8,49%). Já o Centro-Oeste (7,68%) e o Sul (7,54%) registraram resultados melhores, ficando abaixo da média nacional.

Gráfico de inadimplência de Agosto nos últimos 3 anos

Em agosto de 2023, a inadimplência registrou 9,73%, reflexo do impacto dos juros altos e da pressão sobre o orçamento das famílias. No ano seguinte, 2024, o índice caiu para 7,10%, puxado por programas de renegociação de dívidas e maior controle do crédito. Já em 2025, houve nova alta, chegando a 8,45%, o que demonstra que, apesar da melhora do ano anterior, a inadimplência continua sendo um desafio para o varejo e para o mercado de crédito.

Média da inadimplência do trimestre nos últimos anos

Ao analisar a média da inadimplência no trimestre entre junho, julho e agosto, é possível notar movimentos diferentes a cada ano. Em 2023, os índices se mantiveram estáveis, com média de 9,84%, revelando um cenário de pressão contínua sobre o crédito. Em 2024, houve forte queda ao longo dos meses, saindo de 10,10% em junho para 7,10% em agosto, mas a média anual ainda ficou em 10,10% por conta do pico inicial. Já em 2025, os números mostraram maior equilíbrio, com leve redução mês a mês e média de 9,70%, sinalizando uma inadimplência ainda alta, mas mais controlada em comparação com os anos anteriores.

Inadimplência por segmentos de varejo

Os setores de consumo também revelam diferenças significativas. O segmento de roupas e calçados aparece como o mais vulnerável, com inadimplência de 10,05%, seguido por óticas (7,25%) e móveis e eletrodomésticos (6,31%). Os dados reforçam que produtos de moda e uso pessoal são mais suscetíveis ao atraso no pagamento.

Inadimplência por gênero

A análise por gênero mostra que os homens registraram maior índice de inadimplência, com 10,09%, enquanto as mulheres ficaram em 7,91%. Essa diferença de comportamento se mantém em linha com os meses anteriores.

Inadimplência por idade

O recorte por idade confirma que os mais jovens concentram o maior risco de atraso. Consumidores entre 18 e 25 anos atingiram 15,31%, bem acima da média nacional. A taxa reduz conforme a idade avança: 11,56% entre 26 e 35 anos, 8,18% de 36 a 50 anos, 5,81% de 51 a 65 anos e apenas 4,83% para pessoas com mais de 66 anos.



Média de inadimplência do último ano

Entre julho de 2024 e julho de 2025, a inadimplência passou por altos e baixos. Após alcançar 8,50% em julho de 2024, o índice caiu de forma consistente até setembro (6,86%) e permaneceu em torno dos 7% até fevereiro de 2025. A partir de março, a taxa voltou a crescer, chegando a 9,70% em junho e fechando julho de 2025 com 9,45%. Esse movimento revela um período de recuperação no segundo semestre de 2024, seguido de uma nova tendência de alta em 2025, reflexo de mudanças econômicas e no comportamento de consumo.

Inadimplência por região do Brasil

A região Sudeste apresentou o maior índice de inadimplência do país, com 10,58%, seguida pelo Norte, com 10,53%.

Já o Nordeste (9,82%) e o Centro-Oeste (8,55%) registraram os menores percentuais, demonstrando maior controle no endividamento.

O Sul ficou na média, com 8,92%, mantendo-se abaixo da casa dos dois dígitos.

Os dados revelam diferenças regionais significativas no comportamento financeiro da população.

Gráfico de inadimplência do mês nos últimos 3 anos

Os dados de julho revelam uma curva com leve sobe e desce. Em 2023, o índice foi de 9,71%. No ano seguinte, caiu para 8,50%, o melhor desempenho do período. Em 2025, voltou a subir para 9,45%. Apesar das variações, os números mostram que o patamar da inadimplência continua elevado e instável.

Média da inadimplência do trimestre nos últimos anos

A inadimplência no terceiro trimestre (maio, junho e julho) mostra uma oscilação sutil entre os últimos três anos. Em 2023, a média foi de 10,54%, caindo para 9,55% em 2024. Já em 2025, houve um pequeno aumento, com média de 9,66%. O recuo de 2023 para 2024 indica uma melhora no controle financeiro, mas a leve alta em 2025 mostra que o cenário ainda exige atenção por parte de empresas e consumidores.

Inadimplência por segmentos de varejo

Entre os setores do varejo, roupas e calçados lideram com 11,25%, evidenciando o impacto do consumo recorrente e parcelado nesse tipo de produto. Óticas aparecem em seguida com 7,76%, enquanto móveis e eletrodomésticos registram o menor índice, com 7,08%. Essa variação entre os segmentos reforça a necessidade de estratégias personalizadas de análise de crédito e cobrança.

Inadimplência por gênero

A inadimplência é mais alta entre os homens, que registraram 11,17%, enquanto o público feminino aparece com 8,89%. A diferença de mais de 2 pontos percentuais pode estar relacionada a diferentes padrões de consumo, comportamento de pagamento ou acesso ao crédito.

Inadimplência por idade

O grupo de 18 a 25 anos apresenta o maior índice de inadimplência, com 16,49%, seguido por 26 a 35 anos, com 12,76%. A partir dos 36 Anos, os índices caem: 9,39% (36 a 50), 6,59% (51 a 65) e 5,59% para quem tem mais de 66. O padrão mostra que a inadimplência tende a diminuir com a idade, o que pode estar ligado a maior estabilidade financeira e experiência no controle de gastos.

Média de inadimplência do último ano

Entre junho de 2024 e junho de 2025, a inadimplência apresentou fortes oscilações. Após atingir 10,10% em junho de 2024, o índice caiu de forma consistente até setembro (6,86%) e se manteve estável abaixo dos 8% até fevereiro de 2025. A partir de março, voltou a crescer, encerrando junho de 2025 em 9,70%. O cenário indica um período de recuperação no segundo semestre de 2024, seguido por um novo ciclo de alta em 2025, o que pode refletir mudanças no crédito, aumento do consumo ou dificuldades econômicas recentes.

Inadimplência por região do Brasil

A região Sudeste apresentou o maior índice de inadimplência do país, com 11,27%, seguida pelo Norte, com 10,41%.

Já o Nordeste (8,91%) e o Centro-Oeste (8,93%) registraram os menores percentuais, demonstrando maior controle no endividamento.

O Sul ficou na média, com 9,60%, mantendo-se abaixo da casa dos dois dígitos.

Os dados revelam diferenças regionais significativas no comportamento financeiro da população.

Gráfico de inadimplência de junho nos últimos 3 anos

Os índices de inadimplência em junho se mantiveram estáveis nos últimos três anos, com pequenas variações. Em 2023, o número foi de 9,84%, subindo levemente para 10,10% em 2024. Já em 2025, houve uma queda discreta, com o índice marcando 9,70%. Apesar das oscilações, o cenário aponta para uma manutenção do patamar de inadimplência, sem grandes avanços ou retrocessos.

Média da inadimplência do trimestre nos últimos anos

A inadimplência no primeiro trimestre vem caindo nos últimos anos. Em 2023, a média foi de 10,53%. Em 2024, o índice caiu para 9,98%, e em 2025, chegou a 9,19%. O recuo de mais de 1 ponto percentual indica uma tendência de melhora na saúde financeira dos consumidores.

Inadimplência por segmentos de varejo

O setor de roupas e calçados lidera a inadimplência no varejo, com 12,08%, refletindo talvez o maior volume de compras parceladas e tíquete médio mais acessível. Já móveis e eletrodomésticos apresentam o menor índice, com 6,51%, possivelmente pela maior seletividade no crédito. O segmento de óticas ocupa posição intermediária, com 7,48%. Os dados mostram que o risco de inadimplência varia bastante entre os setores, exigindo estratégias específicas de gestão.

Inadimplência por gênero

Homens apresentaram um índice de inadimplência mais alto, com 11,52%, enquanto o público feminino registrou 9,12%. A diferença de mais de 2 pontos percentuais indica um maior controle financeiro entre as mulheres ou perfis de consumo e crédito distintos entre os gêneros.

Inadimplência por idade

Os jovens entre 18 e 25 anos lideram a inadimplência, com 17,48%, seguidos pelo grupo de 26 a 35 anos, com 13,22%. A partir dos 36 anos, os índices caem progressivamente: 9,27% (36 a 50), 6,82% (51 a 65) e 6,05% para quem tem mais de 66. Os dados mostram que a inadimplência diminui com a idade, possivelmente devido à maior estabilidade financeira e experiência no controle de gastos.

Distribuição por mês do trimestre

Comparativo entre inadimplência mensal e média móvel

Gráfico de inadimplência no mesmo período em diferentes anos

Gráfico de inadimplência por ano

Média de inadimplência do último ano

Inadimplência por região do Brasil

Gráfico de inadimplência de maio nos últimos 3 anos

Média da inadimplência do trimestre nos últimos anos

Inadimplência por segmentos de varejo

Inadimplência por gênero

Inadimplência por idade

Jeison
comenta

Especialista em estruturação de operações de Crediário para o Varejo e diretor do Meu Crediário.

Tipicamente, as vendas do último trimestre possuem uma inadimplência melhor (olhando 60 a 90 dias para frente). Percebemos que o ano de 2023 tivemos melhora do crédito em relação a 2022.

Inicia-se agora, a partir do próximo mês, a leitura de vendas de Janeiro 2024, tipicamente com aumento de inadimplência mas que, possivelmente melhor que 2023 também. Essa melhora do que crédito que podemos observar mês a mês, facilitará as vendas a prazo para o mês de maio e junho (dia das mães para o Brasil e festa junina Nordeste).

Ainda é necessário ter cautela, pois os índices estão acima dos índices pós pandemia, quando em 2021 giravam na média de 7 a 8%. Resgatar estes índices nas lojas de varejo tradicional, necessita tecnologia e manutenção nas políticas de crédito.

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